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(ana) jorge explica à ana (jorge)! Julho 26, 2010

Posted by pjovieira in Uncategorized.
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A ministra da saúde anda as voltas com a questão de gays e homens bissexuais serem dadores de sangue. Segundo notícia do JN de ontem: o Ministério da Saúde não vai adoptar  medidas contra a exclusão de homossexuais e bissexuais na doação de sangue, que constavam numa recomendação do Bloco de Esquerda, aprovada no Parlamento por várias bancadas, inclusive pelos deputados socialistas”.
Na tarde de ontem a Ministra resolveu ter esta brilhante afirmação:”Aquilo que está definido como boas práticas é que não há nenhuma discriminação do ponto de vista da orientação sexual. Aquilo que há é, de facto, um rigor grande em relação àquilo que são os comportamentos das pessoas que possam pôr em risco a vida das pessoas a quem se vai dar o sangue, independentemente de serem homo ou heterossexuais”.
Assim seja senhora ministra… então mande o senhor Olim, que se acha dono do Instituto Português do Sangue, tirar a seguinte questão dos questionários:“Se é homem, alguma vez teve relações com outro homem?”.
Sim porque é esta questão que impede gays e bissexuais de darem sangue e nao as suas prácticas sexuais. Acabe com a discriminação que mais que não é que a reprodução de estereótipos de promiscuidade na população gay e bissexual masculina.

(também publicado no 5 dias)

Comentários»

1. cinco dias » (ana) jorge explica à ana (jorge)! - Julho 26, 2010

[...] (ana) jorge explica à ana (jorge)! 27 de Julho de 2010 por Paulo Jorge Vieira A ministra da saúde anda as voltas com a questão de gays serem dadores de sangue. Segundo noticia do JN de ontem: “o Ministério da Saúde não vai adoptar medidas contra a exclusão de homossexuais e bissexuais na doação de sangue, que constavam numa recomendação do Bloco de Esquerda, aprovada no Parlamento por várias bancadas, inclusive pelos deputados socialistas“. Na tarde de ontem a Ministra resolveu ter esta brilhante afirmação<em>:”Aquilo que está definido como boas práticas é que não há nenhuma discriminação do ponto de vista da orientação sexual. Aquilo que há é, de facto, um rigor grande em relação àquilo que são os comportamentos das pessoas que possam pôr em risco a vida das pessoas a quem se vai dar o sangue, independentemente de serem homo ou heterossexuais”. Assim seja senhora ministra… então mande o senhor Olim, que se acha dono do Instituto Português do Sangue, tirar a seguinte questão dos questionários:“Se é homem, alguma vez teve relações com outro homem?”. Sim porque é esta questão que impede gays e bissexuais de darem sangue e nao as suas prácticas sexuais. Acabe com a discriminação que mais que não é que a reprodução de estereótipos de promiscuidade na população gay e bissexual masculina. (também aqui) [...]


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