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Territórios LGBT: territórios da visibilidade e do armário Novembro 9, 2010

Posted by paulo jorge vieira in activismo, geografias das sexualidades, mestrado geografia.
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 No âmbito das actividades da associação não te prives – Grupo de Defesa dos Direitos Sexuais que se realizarão em 2010/2011, em Lisboa, propomos iniciar um ciclo de tertúlias debates.

Este modelo pressupõe na maioria dos casos um diálogo que queremos provocador de mudanças sociais, culturais e epistémicas entre conhecimento e acção, entre activismo e academia. Iremos por isso convidar activistas e académicos a discutirem um tema sobre a actualidade Feminista e LGBT com o objectivo de potenciar o contacto entre ambos os campos de um modo que pretendemos horizontal e participativo.

Começamos este modelo com uma tertúlia em torno das Geografias das Sexualidades convidando para isso, dois investigadores da área que têm um longo percurso no activismo LGBT. Eduarda Ferreira e Paulo Jorge Vieira potenciam bem o dialogo entre activismo e academia e irão apresentar os projectos de investigação em que se encontram de momento envolvidos.

Assim a sessão que se realiza a 10 de Novembro de 2010 no Centro LGBT entitula-se Território LGBT: territórios do armário e da visibilidade e conta com a participação destes dois investigadores, e de André Carmo investigador do Centro de Estudos Geográficos da Universidade de Lisboa que comentará as apresentações:

Eduarda Ferreira

Doutoranda em Geografia e Planeamento Territorial, variante de Geografia Humana, na Faculdade de Ciências Sociais e Humana da Universidade Nova de Lisboa. Desenvolve o projecto de investigação Representing Spaces of (In)Equality: Layers of Visibility. Activista LGBT, em que se destaca: membro da Direcção da Associação Clube Safo – Associação de defesa dos direitos das lésbicas (2002 – 2008); organização e dinamização do LES – Grupo de discussão sobre questões lésbicas (desde 2008); elemento da equipa editorial da LES Online – Publicação digital sobre questões lésbicas; membro da Direcção da APF de Lisboa, Tejo e Sado (2009 – 2012). Página pessoal www.eferreira.net .

 Paulo Jorge Vieira

Geógrafo, licenciado pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra (2005). Frequentou o Programa de Mestrado e Doutoramento ‘Pós-Colonialismo e Cidadania Global’ do Centro de Estudos Sociais e da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra (2005/2006). Actualmente realiza o mestrado em Geografia – População, Sociedade e Território no Instituto de Geografia e Ordenamento do Território da Universidade de Lisboa. Encontra-se a desenvolver investigação para a tese de mestrado entitulada “Heterotopias e Constelações Queer – Espacialidades Lésbicas e Gays na cidade de Lisboa” sob a orientação de Jorge Macaísta Malheiros (Instituto de Geografia e Ordenamento do Território – Universidade de Lisboa) e Ana Cristina Santos (Birkbeck Institute of Social Research – University of London) a entregar em Junho de 2011.

Os seus interesses de investigação centram em três eixos fundamentais: geografia social e cultural, igualdade e diversidade; estudos de género (em particular masculinidades) e estudos lésbicos, gays e queer; e teoria social e história e teoria da geografia (metodologias qualitativas e epistemologia) temas sobre os quais tem vindo a publicar diferentes ensaios. Membro da equipa editorial da Revista Latino Americana de Geografia e Género.

No quadro do activismo é desde 1998 activista feminista e LGBT tendo sido fundador, actualmente dirigente da associação não te prives – Grupo de Defesa dos Direitos Sexuais. Fez parte das Panteras Rosa (frente de combate lesbi-gay-transfobia) de 2004 a Agosto de 2010. Página Pessoal: www.paulojorgevieira.wordpress.com

André Carmo

Geógrafo, investigador do Centro de Estudos Geográficos da Universidade de Lisboa. Os principais interesses de investigação são as problemáticas da exclusão sócio-territorial, das interrelações entre território, política e artes, bem como, das teorias e do pensamento geográfico.

Encontra-se neste momento a desenvolver a sua tese de doutoramento: Geografia(s) do Teatro do Oprimido na Área Metropolitana de Lisboa: os casos do Vale da Amoreira e da Cova da Moura.

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