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para um novo ano… Dezembro 31, 2010

Posted by paulo jorge vieira in queer theory.
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“With this general understanding of its context, this book revisits certain arguments that have been formative for Marxism or formative for queer theory, arguments we might even call canonical, bringing those arguments together to suggest some of the ways in which they can be read in relation to each other, simultaneously with and against each other. The chapters that follow bring both of these perspectives to bear on a series of historically and nationally specific conjunctures to theorize these conjunctures in their terms, but also, and more importantly, to think through the explanatory capacities as well as the limitations of these same terms. This book understands Marxism and queer theory as forms of critical knowledge, as critical perspectives on social relations that operate from a subordinated situation within those relations. Marxism and queer theory will refer here to ways of knowing the social which are ultimately inseparable from specific histories of collective praxis. This book is primarily concerned with these distinct forms of knowledge themselves, with epistemological categories and presuppositions. It is about what this introduction’s title calls the situations of knowledge, about the determinacy of these categories and presuppositions, their historical embeddedness, as well as their situations relative to other forms of knowledge, the way in which they are defined in relation to what they exclude”

 Kevin Floyd começa assim a minha leitura de cabeceira dos últimos tempos: The “Reification of Desire – Toward a Queer Marxism”. Uma leitura apaixonante ainda que polémica quanto baste. Sobre o mesmo tema aconselho a leitura atenta do livro de Cinzia Arruza “Feminismo e Marxismo – Entre Casamentos e Divórcios” em boa hora traduzido e publicado pela APSR.

 Hoje é pois tempo de pensar em mais um ano que ai se advinha. 2011 será um ano de crises? Possivelmente será, mas principalmente parece ser um ano de incapacidades na construção de alternativas para a sociedade que vivemos devido a uma incapacidade de diálogo entre projectos emancipatórios, fruto de cristalizações estéreis de modos de pensar.

Por isso o meu maior desejo de 2011 será o de pularmos as nossas cercas ideológicas na busca de um caminho para esse mundo diferente que todos queremos. Por mim é simples: um mundo socialista queer!

(também no 5 dias)

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