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marchar contra a homofobia e transfobia em Coimbra Maio 17, 2011

Posted by paulo jorge vieira in activismo.
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MANIFESTO DA MARCHA CONTRA A HOMOFOBIA E A TRANSFOBIA DE COIMBRA
Coimbra, 17 de Maio de 2011

REVELA-te! QUEERiza-te! TransFORMA-TE!

A 17 de Maio de 1990 a Assembleia Geral da Organização Mundial de Saúde retirou a homossexualidade da sua lista de doenças mentais. Exactamente vinte anos depois, a 17 de Maio de 2010 aprovou-se, em Portugal, o casamento entre pessoas do mesmo sexo, o que veio reafirmar este dia como um marco na luta pelos direitos de lésbicas, gays, bissexuais transsexuais e transgénero (LGBT). Hoje, protestamos contra as diferentes formas de autoritarismo social, particularmente aquele que constrange a liberdade de quem possui uma orientação sexual ou identidade de género vista como não hegemónica.

Lutamos contra a Homofobia, a Transfobia e todas as formas de discriminação, uma vez que estas existem e persistem no nosso quotidiano, reproduzindo-se nos mais variados contextos sociais e políticos: do escolar ao académico, do familiar ao laboral, do privado ao público.

Lutamos por uma mudança efectiva que aniquile a discriminação estrutural que perpetua e legitima determinadas relações de poder. Lutamos ainda por uma sociedade justa e igualitária que derrube a discriminação racial, religiosa, de classe, por deficiência, de nacionalidade, de género, de orientação sexual e relacionais, entre muitas outras.

Colocamos em destaque na marcha deste ano a luta pelo reconhecimento das diversas identidades de género, tais como a transexualidade e o transgenderismo, relegadas sistematicamente para espaços de exclusão. Basta de repressão e basta de perseguição aos homossexuais, lésbicas, bissexuais, travestis, transexuais, transgéneros e outros modos de expressão do género e da sexualidade.

Defendemos que as orientações sexuais e identidades de género não sejam um impedimento ou barreira para o desenvolvimento pessoal, social e político. Exigimos o direito a constituir família, incluindo a possibilidade de adopção e a reprodução por inseminação artificial. Acreditamos que o modelo patriarcal de família precisa de ser questionado e ter o seu valor simbólico desconstruído, abrindo espaço para outras famílias independentemente das questões de identidade de género e sexuais.

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