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CFP: IV COLÓQUIO DO NÚCLEO DE ESTUDOS EM ESPAÇO E REPRESENTAÇÕES Julho 7, 2011

Posted by paulo jorge vieira in geografias.
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Estarei por aqui em Novembro (22 a 25 de Novembro). Juntamente com Alecsandro Ratts (Universidade Federal de Goiás), Joseli Maria da Silva (Universidade Estadual de Ponta Grossa) e Maria das Graças Silva Nascimento Silva (Universidade Federal de Rondônia) coordenarei o Grupo de Trabalho “Corpo, Gênero e Sexualidades“. Participarei ainda na Mesa de Discussão nº4 que versará sobre o tema “Teorias, métodos e práticas de pesquisa e ensino em Geografia Cultural e Humanística” em que apresentarei a comunicação: “Espacialidades e Interseccionalidades – Igualdade e Diversidade na Investigação Geográfica”.

O “call for papers” está aberto desde dia 1 Junho até 1 de Setembro

Tal como é referido no site no evento:
A ciência geográfica tem passado por um constante reavaliar de seus propósitos, teorias, métodos e práticas de pesquisa e ensino nas últimas décadas do século XX e início do século XXI. Neste período emergem novos estudos geográficos pautados na criticidade da própria ciência e de seus fundamentos relacionados à realidade social diversa, desigual e contraditória. Duas tendências emergem neste contexto: uma tendência relacionada à inserção do debate marxista na Geografia e outra tendência pautada no recuperar dos estudos sobre cultura e fenomenologia.
A emergência dos estudos sobre cultura, percepção e representação na Geografia, torna necessário recuperar o debate a respeito dos clássicos da geografia humana: desde os franceses possibilistas, La Blache e seus discípulos, em relação aos estudos de região e paisagem, na perspectiva dos “gêneros de vida” e das culturas “enraizadas”, como a herança anglo-americana da escola de Berkeley, com Carl Sauer, no entendimento das regiões culturais. Além dos aspectos visíveis da cultura, ou seja, a paisagem, os artefatos culturais e as técnicas que produzem o espaço humanizado, emergem uma crítica sobre o método geográfico na perspectiva da relação sujeito-objeto. Em relação a isso, novos estudos sofrem a influência de teóricos dos estudos fenomenológicos, como Husserl, Heidegger e Merleau-Ponty, e colocam em discussões novas temáticas a respeito das diferentes percepções, representações e produções individuais e coletivas do espaço. O espaço, assim, apresenta um aspecto visível (material) e invisível (perceptiva, inteligível pelos diferentes sujeitos sociais), além de vivenciado por diferentes óticas. Tal tendência se consolida aliada ao campo dos estudos pós-modernos, que coloca em discussão a diversidade cultural e espacial na atualidade, tanto em relação às nacionalidades e regionalidades, como em relação às diferentes expressões dos grupos culturais, urbanos e rurais.

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