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gisberta Fevereiro 22, 2012

Posted by paulo jorge vieira in activismo.
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A memória é uma arma poderosa dos movimentos sociais e da luta social. Não esquecer nunca, dever ser por isso demonstrativo da capacidade que temos de mudar e de transformar a sociedade. Na luta LGBT, especialmente na luta contra a transfobia, o nome de Gisberta Salce Júnior é por isso uma história que nos deve leva a lutar sempre contra a discriminação.
Há exactamente seis anos Gisberta foi assassinada por um grupo de jovens. Espancada violentamente e torturada com requintes de profunda e vil malvadez num assomo de transfobia declarada pois os seus jovens torturadores não gostavam “de homens com mamas”.
Lembrar Gisberta é lembrar o modo como a violência é ainda uma presença dos quotidianos de muit@s trans. Lembrar Gisberta é lembrar a necessidade de uma educação para a igualdade e contra a discriminação. Lembrar Gisberta é alertar para a transfobia como uma das formas de discriminação mais “esquecidas” do arco iris da igualdade.

Comentários»

1. Almerinda Bento - Fevereiro 22, 2012

É responsabilidade dos movimentos sociais, nomeadamente dos que se relacionam com as questões de luta contra as discriminações, desocultar as tais formas ainda “esquecidas”.


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