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Marcha Contra a Homofobia e Transfobia de Coimbra Maio 8, 2014

Posted by paulo jorge vieira in Uncategorized.
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CARTAZ COM APOIOS

No dia 17 de maio, sábado, a PATH – Plataforma Anti Transfobia e Homofobia de Coimbra realiza a 5ª edição da Marcha Contra a Homofobia e Transfobia de Coimbra. A PATH é uma plataforma apartidária constituída por um conjunto de coletivos da cidade de Coimbra, nomeadamente a APAV – Associação Portuguesa de Apoio à Vítima, a Associação não te prives – Grupo de Defesa dos Direitos Sexuais, o Café Feminista, as Panteras Rosa, a Saúde em Português e a UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta. Ao longo dos anos temos trabalhado em proximidade com a Secção de Defesa dos Direitos Humanos da AAC, a Existências, a Caleidoscópio LGBT, entre outras associações.

À semelhança de anos anteriores, na marcha a 17 de maio queremos dar visibilidade a este tema tão importante na luta global pelos direitos humanos e pelo fim da discriminação com base na orientação sexual e na identidade de género. Em 2014 o tema da Marcha é a homoparentalidade. Por isso estaremos nas ruas de Coimbra, na companhia de muitas organizações e pessoas a título individual que são solidárias com esta causa que é de todas e todos. Porque uma sociedade mais inclusiva será mais segura e feliz, sabemos que podemos contar com o vosso apoio. Nesse sentido, queremos convidar-vos a estar presente na Marcha deste ano.

Concentração às 17h nos jardins do Mosteiro de Santa Clara a Velha (junto à Ponte de Santa Clara, na margem esquerda)

Início da Marcha: 17h30

Percurso: atravessamos a Ponte de Santa Clara, Largo da Portagem, Ferreira Borges, terminando na Praça 8 de maio.

 

Até sábado, 17 de maio, Dia Internacional Contra a Homofobia e Transfobia!

 

MANIFESTO PATH 2014

Da Revolução à reprodução, cumprir a Constituição!
Há 40 anos derrotámos um regime de opressão e medo.
Há 10 anos a Constituição da República Portuguesa foi revista de modo a incluir, no artigo 13, a proibição de
discriminação com base na orientação sexual.
Em 2014 queremos denunciar o incumprimento da cidadania plena e o desrespeito pelo Princípio da Igualdade
consagrado pela Constituição.
Sendo fundamental, não basta descriminalizar a homossexualidade, como aconteceu em 1982.
Sendo fundamental, não basta a proteção contra discriminação no emprego, como acontece desde 2003.
Sendo fundamental, não basta uma lei que reconheça e penalize os crimes de ódio homofóbicos e transfóbicos, e
a violência doméstica entre casais do mesmo sexo, como sucede desde 2007.
Sendo fundamental, não basta o acesso ao casamento civil, como é possível desde 2010.
Sendo fundamental, não basta uma lei de identidade de género, como a que temos desde 2011.
Nenhuma mudança jurídica basta por si só, mas todas constituem passos fundamentais e dos quais não abrimos
mão – até que se cumpra a Constituição!
Em 2014, marchamos pela cidadania reprodutiva plena, incluindo o direito à adoção e à coadoção por casais do
mesmo sexo. Porque a capacidade parental não se mede pela identidade de género, nem pela orientação sexual
ou relacional, rejeitamos:
 A proibição do acesso a técnicas de procriação medicamente assistida;
 O adiamento da decisão parlamentar sobre coadoção;
 A impossibilidade da adoção por casais do mesmo sexo;
 A desproteção das crianças intersexo;
Se somos filhas e filhos da Revolução, se somos mães e pais da Revolução, hoje reivindicamos o respeito pleno
pelo direito à maternidade e à paternidade independentemente da identidade de género, da orientação sexual,
do estado civil ou relacional; exigimos o reconhecimento jurídico e cultural das famílias de afeto; reclamamos o
respeito por todas as crianças em situação familiar irregular por decisão parlamentar, bem como o direito a que
todas as crianças tenham acesso a relações parentais responsáveis.
Num país onde desde 2004 é proibida a discriminação com base na orientação sexual, estamos nas ruas para dar
voz ao direito a constituir família e exigimos que o Estado português faça cumprir a Constituição!
Por isso, nos 40 anos da Revolução, lutamos pelo Direito à Reprodução.
Da Revolução à Reprodução, cumprir a Constituição!

Café Feminista
não te prives – Grupo de Defesa dos Direitos Sexuais
Panteras Rosa
Saúde em Português
UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta

 

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