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(cfp) War on women? Feminist geographies of trouble/hope in the authoritarian turn Janeiro 14, 2019

Posted by paulo jorge vieira in academia, Feminismos, geografias, teoria e epistemologia da geografia.
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War on women? Feminist geographies of trouble/hope in the authoritarian turn

Sponsored by the Gender and Feminist Geographies Research Group

CALL FOR PAPERS RGS-IBG ANNUAL CONFERENCE 2019
28th August – 30th August 2019, London

The rise of illiberal democracy and nativist populism has provoked suggestions both within the academic literature and popular discourse that we are now witnessing a ‘global authoritarian turn’ (Handel and Dayan 2017). Yet beneath the explicit nationalism of authoritarian political discourse, a subtler but no less important battle is raging along the axis of gender. From growing anti-abortion rhetoric in the US to Duterte’s suggestions of impunity for military rape in the Philippines, women’s bodies have become the biopolitical locus of a movement that is ‘waging war on women’ (The Atlantic 2018). 

Authoritarian environments are, therefore, increasingly spaces of trouble for women who embody the spectre of illiberalism as their rights and freedoms are stripped away by male-dominated authoritarian regimes (Spierings and Zaslove 2015). This occurs, among other means, through the symbiotic attrition of neo-conservative equality outrage and neoliberal welfare outage. Whilst this suggests the renewed importance of a gendered lens for understanding unfolding intersectional oppressions within the ascendancy of illiberalism, the authoritarian turn has instead brought an existential challenge to feminist scholarship itself. Here, for example, in Hungary, Victor Orbán’s government has banned the teaching of gender studies in public universities. Yet women are not merely passive objects of authoritarian statecraft but inhabit, instead, contradictory roles among its architects and prime antagonists. In terms of the latter, women’s mobilisations – from the Women’s March in the US to Poland’s Black Protest – offer ‘spaces of hope’ (Harvey 2002) amidst the crisis: sites from which alternative politics are devised and pursued.

In this session, we invite critical geographical interventions on the gendered embodiment of the authoritarian turn, inviting in particular feminist reflections that unpack the contradictory and multiple gendered dimensions of the ascendance of illiberalism. Theoretical and empirical debates on all themes are welcomed, as well as papers dealing with the challenges of practising feminist scholarship in illiberal contexts – whether in the field or the academy.

Please contact the session convenor, Sabina Lawreniuk (sabina.lawreniuk@rhul.ac.uk), with any questions if you are interested in presenting or send an abstract of ~250 words by 12th February 2019.

INSUBMISSAS** – ENCONTRO FEMINISTA DO BLOCO DE ESQUERDA Setembro 9, 2018

Posted by paulo jorge vieira in activismo, Feminismos, Uncategorized.
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insub

No próximo fim de semana realiza-se o 4º Encontro Feminista do Bloco de Esquerda, desta feita em Almada, distrito de Setúbal.

INSUBMISSAS**
ENCONTRO FEMINISTA DO BLOCO DE ESQUERDA
15 e 16 de setembro
Teatro Municipal Joaquim Benite, em Almada


**Usamos o plural no feminino, incluindo neste referente todas as mulheres que assim se reconhecem e todas as pessoas que são alvo de discriminação e violência machistas, bem como do sistema normativo do género. Não excluímos ninguém, mas assumimos um lado, aquele que – ao contrário do que muitos pensam – não é o mais fraco.

SÁBADO
10h – 11h30
Abertura: feministas e anticapitalistas
Alba Del Campo (ecofeminista, coordenadora da Mesa de Transición Energética de Cádiz)
Cristina Roldão (socióloga, CIES-IUL)
Sofia Roque (investigadora em Filosofia, CFUL, ativista feminista)

11h45 – 13h15
Precárias nos querem, grevistas nos terão
Maria Magdala (associação ComuniDária)
Adriana Lopera (enfermeira, ativista feminista)
Raquel Azevedo (dirigente sindical)
Moderação – Isabel Pires (deputada Bloco de Esquerda)

Almoço

14h30 – 16h30
Trabalho sexual: como assegurar direitos e proteção social
Filme “Do corpo à palavra” (2008) 48’ de Mariana Lemos, Luciana Fima e Bruno Cabral
Conversa com
Carla Fernandes (Obra Social das Irmãs Oblatas)
Alexandra Oliveira (investigadora na área do trabalho sexual na UPorto)
Melina Antunes (LABUTA)
Moderação – José Soeiro (deputado Bloco de Esquerda)

16h45 – 18h45

OFICINA 1: Construindo a agenda feminista… nas escolas e universidades
Catarina Figueiredo (coletivo feminista da FLUP)
Diogo Alexandre (estudante)
Albertina Pena (professora e ativista feminista)
Várias associações e movimentos

OFICINA 2: Construindo a agenda feminista… no trabalho local
Almerinda Bento (autarca do Bloco de Esquerda, ativista feminista)
Joana Mortágua (deputada e vereadora do Bloco de Esquerda)
Susana Constante Pereira (deputada municipal do Bloco de Esquerda)
Várias associações e movimentos

19h – 20h30
OFICINA 3: Poesia insubmissa
Com Regina Guimarães (escritora, tradutora, videasta, etc)

>>>Jantar livre
>>>  Concerto com Vitória e as kalashnicoles *

DOMINGO
11h – 12h30
Identitidades de género – o que é o transfeminismo?
Sacha Montford (ativista transfeminista)
Júlia Pereira (API – Ação Pela Identidade)
Moderação – Inês Santos (ativista feminista)

>>> Almoço

14h – 15h30
Combater o assédio e as violências de género
Elisabete Brasil (UMAR)
Patrícia Martins (ativista feminista)
Moderação – Cecília Honório (professora e ativista feminista)

15h45 – 16h30
Do debate à ação: apresentação das conclusões de cada sessão

16h45
Encerramento
Andrea Peniche (ativista feminista)
Sandra Cunha (deputada do Bloco de Esquerda)
Catarina Martins (coordenadora nacional do Bloco de Esquerda)

the urgency of intersectionality Março 6, 2017

Posted by paulo jorge vieira in academia, activismo, Feminismos, Uncategorized.
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(com legendas em português)

“The urgency of intersectionality” a Ted Talk with Kimberlé Crenshaw.

Now more than ever, it’s important to look boldly at the reality of race and gender bias — and understand how the two can combine to create even more harm. Kimberlé Crenshaw uses the term “intersectionality” to describe this phenomenon; as she says, if you’re standing in the path of multiple forms of exclusion, you’re likely to get hit by both. In this moving talk, she calls on us to bear witness to this reality and speak up for victims of prejudice.

You could read here the paper of Kimberle Crenshaw “Mapping the Margins: Intersectionality, Identity Politics, and Violence against Women of Color“(Stanford Law Review,Vol. 43, No. 6 (Jul., 1991), pp. 1241-1299)