as cidades… Maio 25, 2012
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Las ciudades representan una compleja trama material y simbólica en constante construcción, cuya dinámica urbana ha sido interpretada desde distintas perspectivas. En efecto, las ciudades se construyen con planos, calles, casas, parques, pero también com múltiples y diversas formas de vivir en ella. En este sentido el ordenamento urbano se ve cada vez, y con mayor fuerza, desbordado por las heterogéneas vivencias, itinerarios, imágenes, prácticas, en cuanto las personas van estableciendo vinculaciones con los espácios urbanos a través de procesos históricos, simbólicos, afectivos, perceptivos (Delgado, 2007; Tello y Quiroz, 2009). En este contexto de análisis, las geógrafas feministas consideran por un lado que las referencias espaciales están en la base de las nuevas reconceptualizaciones identitarias, ubicando a las ciudades como escenarios estratégicos para pensar la alteridad; por otro lado, han manifestado cierta insatisfacción con las explicaciones positivistas sobre la ciudad, y han planteado una apertura a los procesos simbólico-culturales de la vida social, que advirtiendo la complejidad y la heterogeneidad urbana nos indican la necesidad de compreender la percepción, valoración y acción de sujetos historicamente situados (Bondi, 1993; McDowell, 2000).
La ciudad pensada. La ciudad vivida, la ciudad imaginada de Paula Soto Villagrán
crise e políticas queer Maio 21, 2012
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Um conselho de leitura sobre “politicas queer” em tempos de austeridade: “Don’t look back in anger: Possibilities and Problems of Trans Equalities” de Kath Browne e Leela Bakshi, dando particular atenção às políticas trans. Tal como referem as autoras:
There can be little doubt that the political, social and cultural climate in the UK is undergoing significant change. Questioning this ‘new age of austerity’, relies on an (implicit) understanding of a previous era where something other than ‘cuts’ were occurring. Thus, challenging the ‘new era’ requires an interrogation of the supposed ‘golden era’ that preceded it. This ‘golden era’ is examined here in terms of the massive legislative, and arguably, social shifts in the arena of gender and sexual identities. The early 21st century witnessed extra-ordinary legislative developments that altered the landscapes of many who were once ‘sexual/gender deviants’.
(pmr10) engate Maio 16, 2012
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é uma ameaça encontrar-te à esquina das ruas
rente aos grandes cinemas do mar
como se fosses o espelho côncavo de feira
onde posso mergulhar e renegar-me
sim
se olhares o céu lúgubre deste fim de século
se fizeres um movimento de farol com o cigarro
eu – que vou a passar – tudo verei
mas nada será meu
porque não se pode falar com o espectro mudo
do engate – nem o desejo se levantará
para seduzir o corpo daquele que se ausentou
mesmo assim conheço
todas as esquinas da imunda cidade que amo
mesmo assim sofro de insónias – imito o noitibó
o bêbado louco
gesticulo como aquele que já não sou e
outro não serei
mantenho-me de pé e fumo
dentro deste túmulo de incertezas onde
nos encostámos de mãos enlaçadas à espera
que uma qualquer cesura nos agonie e sejamos
obrigados a vender o corpo já usado
aos insuspeitos violadores de poemas
(poema “engate” in Horto de Incêndio de Al Berto)
amanhã marchamos em Coimbra, certo? Maio 16, 2012
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Realiza-se amanhã dia 17 de Maio de 2012 a terceira edição da Marcha de Luta contra a Bifobia, Lesbofobia, Homofobia, Intersexofobia, Polifobia e Transfobia que se integra deste modo nas comemorações mundiais do Dia Internacional de Luta Contra a Homofobia e Transfobia
Esta marcha é organizada pela Plataforma Anti-Transfobia e Homofobia (PATH) criada em janeiro de 2011 com o objetivo de organizar a Marcha contra a Homofobia e Transfobia em Coimbra a 17 de maio. Esta rede é composta por várias organizações não-governamentais e pessoas singulares, e empenhada em combater a bifobia, a homofobia, a intersexofobia, a lesbofobia, a polifobia e a transfobia.
Neste sentido PATH vem agora convidar todas as organizações e pessoas interessadas no combate à discriminação a participar na 3ª Marcha de Luta contra a Bifobia, Lesbofobia, Homofobia, Intersexofobia, Polifobia e Transfobia. Este convite é extensivo aos órgãos de comunicação social da cidade de Coimbra e do país.
Recordamos que, a par das Marchas do Orgulho em Lisboa e no Porto, esta Marcha em Coimbra é um evento de grande visibilidade na luta contra o preconceito e a exclusão com base na orientação sexual e identidade de género, constituindo-se também como motivo de celebração pelo reconhecimento e pela solidariedade que temos vindo a consolidar.
Todavia, sabemos que este é um momento particularmente importante na história da ação coletiva e da democracia em Portugal, pelo que esperamos contar com a vossa presença naquele que é já um marco do ativismo LGBT a nível nacional. Não queremos regressão social, queremos uma sociedade mais justa para todas e todos.
Por isso, dia 17 de maio, vamos estar nas ruas em Coimbra.
Programa:
17h00 Concentração (Jardim do Mosteiro Santa Clara-a-Velha)
17h30 Saída (pela ponte de Santa Clara em direção à Portagem)
18h30 Leitura de Manifesto e Beijaço I (Rua Ferreira Borges)
19h30 Chegada e Beijaço II (Praça da República)
20h Arraial no Jardim da Sereia
23h Festa Fora do Armário, com show de transformismo (Pop Fresh)
Colóquio sobre BDSM e fetichismo Maio 16, 2012
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Colóquio sobre BDSM e fetichismo
No próximo dia 31 de Maio, na Fábrica do Braço de Prata, em Lisboa, terá lugar um colóquio sobre BDSM e fetichismo promovido pela Consensual e com organização científica de Alexandra Oliveira da Universidade do Porto (Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação).
Este encontro tem como objectivo analisar e questionar a patologização dos comportamentos BDSM e fetichistas. Assim, apresenta um programa que integra representantes de diferentes áreas do saber, com diversas experiências de investigação e/ou de intervenção clínica, que irão expor as suas perspectivas sobre estes comportamentos a que as ciências psico-médicas têm chamado “parafilias”.
Numa altura em que, a nível internacional, investigadores, profissionais de saúde, decisores políticos e activistas sociais reclamam a normalização de comportamentos que têm sido encarados como desvios psicopatológicos, vamos fazer esse debate em Portugal. Discutir estas questões, de forma científica e séria, contribuirá para a sua visibilidade e desmistificação.
Programa
18.30h – Abertura do colóquio por um representante da ConSenSual
Coordenação e comentário final:
- Alexandra Oliveira (psicóloga e professora na Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto)
Oradores:
- António Fernando Cascais (professor da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa): “O desejo é desejo do desejo do outro”
- Ana Matos Pires (psiquiatra no Centro Hospitalar do Barlavento Algarvio e assistente convidada na Universidade do Algarve): “«Patologização» de comportamentos, uma menos valia clínica”
- Rui Henriques (psicólogo clínico/sexólogo e investigador na Universidade Lusófona): “Pain is so close to pleasure”
- Nuno Pinto (psicólogo e investigador no Centro de Investigação e Intervenção Social do ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa): “A (des)patologização da diversidade sexual”
20 h – Encerramento
donos de portugal Abril 24, 2012
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Estreia na RTP 2, na noite de 24 para 25 de Abril, à 1h30. Donos de Portugal é um documentário de Jorge Costa sobre cem anos de poder económico. O filme retrata a proteção do Estado às famílias que dominaram a economia do país, as suas estratégias de conservação de poder e acumulação de riqueza.
Mello, Champalimaud, Espírito Santo – as grandes famílias cruzam-se pelo casamento e integram-se na finança. Ameaçado pelo fim da ditadura, o seu poder reconstitui-se sob a democracia, a partir das privatizações e da promiscuidade com o poder político. Novos grupos económicos – Amorim, Sonae, Jerónimo Martins – afirmam-se sobre a mesma base.
No momento em que a crise desvenda todos os limites do modelo de desenvolvimento económico português, este filme apresenta os protagonistas e as grandes opções que nos trouxeram até aqui.
NÃO A LEIS HOMOFÓBICAS! NÃO À HOMOFOBIA NA LEI! Abril 18, 2012
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As organizações e pessoas abaixo assinadas vêm deste modo protestar junto da Embaixada da Federação da Rússia em Portugal, Presidência da Federação da Rússia e da Duma contra a possível aprovação da lei Anti-Propaganda Homossexual e contra a detenção dos membros da banda punk feminista Pussy Riot.
Como ativistas LGBT, feministas e defensores dos direitos humanos estamos extremamente preocupados com a lei Anti-Propaganda Homossexual aprovada e em vigor nas cidades de São Petersburgo, Arkhangelsk e Kostroma.
Esta lei visa criminalizar a divulgação de mensagens que promovam os direitos LGBT punindo com multas quem as emitir ou propagar. Os promotores desta lei, para além de equipararem a homossexualidade à pedofilia defendem que a promoção desta constitui uma influência negativa para as crianças, podendo igualmente ofender a maioria da população russa.
No dia 29 de Março, uma versão similar da mesma lei deu entrada na Duma (parlamento da Federação Russa). A ser aprovada estender-se-á a toda a Rússia e colocará em risco não só os direitos de todas as pessoas LGBT mas também de todos os defensores dos direitos humanos. Apesar de esta lei não prever a pena de prisão, no dia 8 de Abril Sergey Kondrashov foi preso por segurar um cartaz que dizia “Uma querida amiga da família é lésbica. Minha esposa e eu a amamos e a respeitamos. E sua família é exatamente igual a nossa.”
O Parlamento Europeu já emitiu, este ano, uma resolução condenando e exortando “todas as autoridades russas a porem termo às restrições à liberdade de expressão no que se refere à orientação sexual e à identidade de género, em conformidade com a Convenção Europeia dos Direitos Humanos e o Pacto Internacional sobre os Direitos Civis e Políticos; solicita à Alta Representante/Vice-Presidente da Comissão que transmita a oposição da União Europeia a estas leis”.
Por isso, exigimos a imediata suspensão da lei Anti-Propaganda Homossexual e o efetivo cumprimento dos tratados internacionais por parte das autoridades russas.
Como defensores da liberdade de expressão exigimos igualmente a libertação de Maria Alekhina, Nadezhda Tolokonnikova e Ekaterina Samucevich membros da banda punk feminista Pussy Riot.
No dia 4 de Março, as autoridades russas detiveram Maria Alekhina e Nadezhda Tolokonnikova e, no dia 15, Ekaterina Samucevich por conduta desordeira e hooliganismo depois de terem cantado numa catedral um hino anti-Putin. Estas mulheres podem ser condenadas a 7 anos de prisão. A Amnistia Internacional reconhece-lhes o estatuto de prisioneiras de consciência e pede a sua libertação imediata, no entanto, as detenções mantêm-se estando o julgamento marcado para o dia 19 de Abril de 2012.
Consideramos inadmissível a violação dos direitos LGBT, a recusa em proteger as minorias sexuais e o ataque à liberdade de expressão que está a ser promovido pelas autoridades políticas e pela Igreja Ortodoxa russas.
Vimos assim demonstrar a nossa solidariedade com todas as organizações, grupos e pessoas afetados por esta lei homofóbica, exigir a libertação das Pussy Riot e condenar as políticas discriminatórias das autoridades russas que têm como objetivo atacar as minorias sexuais, impedir a liberdade de expressão e do exercício duma cidadania livre, pondo em risco o regime democrático e a laicidade da Rússia.
APOIAMOS TODOS OS ACTIVISTAS E GRUPOS RUSSOS QUE LUTAM PELOS DIREITOS LGBT! EXIGIMOS A IMEDIATA LIBERTAÇÃO DAS PUSSY RIOT!
POR UMA RUSSIA LIVRE E DEMOCRÁTICA!
Subscrições Individuais:
Alexandra Silvestre Coimbra
Alistair Grant
Ana Nicolau
Anabela Rocha
António Costa Santos
António Pedro da Silva Pereira
António Subtil
Artur Queiroz
Bárbara Rocha
Bruno Portela
Carlos António Caeiro Vargas
Carmo Pereira
Cláudia Belchior
Cristiana Pena
Daniel Cardoso
Eduarda Ferreira
Eugeni Rodríguez
Fernanda Câncio
Fernando André Rosa
Fernando Sousa
Filipe Couto Gomes
Francisco João Martins e Sá Barbosa
Inês Meneses
Isabel Justino
Isabela Preto Junqueira
Joana Bizarro
Joana Lobo Antunes
Joana Lopes
Joana Manuel
João de Sousa
João Manso
João Pacheco Paulo
João Pereira
João Santos
José Carlos Tavares
Lia Nogueira
Luciano Balisa Cavaco
Luísa Cavaco Sobreda Antunes
Lourdes Baginha
Magda Alves
Magdala Gusmão
Manuela Góis
Margarida Paredes
Maria Olímpia A. Pereira Gordon Pinto
Mariana Avelãs
Mónica Redondo
Pablo Pérez Navarro
Paula Antunes
Paulo Jorge Vieira
Paulo Martins
Rita Paulos
Rita Veloso
Rosário Simões
Sara Martinho
Sérgio Lavos
Tiago Braga
Tiago Neves
Vânia Martins
Veronica Alcalde Fernandez
Associações e Colectivos:
AMPLOS – Associação de Mães e Pais pela Liberdade de Orientação Sexual
Associação Clube Safo
Associação Comunidária
Caleidoscópio LGBT
Ciclobollos Dykes On Bikes (estado espanhol)
Coordenação Portuguesa da Marcha Mundial de Mulheres
GAT – Grupo Português de Activistas sobre Tratamentos de VIH/SIDA
Grupo Transsexual Portugal
não te prives – Grupo de Defesa dos Direitos Sexuais
Opus Gay
Panteras Rosas
PATH – Plataforma Anti-Transfobia e Homofobia
PortugalGay.pt
Secção de Defesa dos Direitos Humanos da Associação Académica de Coimbra
SlutWalk Lisboa
SOS Racismo
UMAR – União Mulheres Alternativa e Resposta
Occupy Wall Str… Abril 14, 2012
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Occupy Wall Street activism in 2011 suddenly tied global cities associated with the boom times of financial globalization with a world of discontent with global dispossession. Doing so most novelly within the affluent urban control centers and partially-privatized public spaces of American capitalism, the direct action of the encampments and associated protests also made a global capitalist class – the so-called 1% – a new focus for global critique. As Naomi Klein explained in a speech to Occupy activists at Zucotti Park, there was therefore an important political geographic shift made manifest in this critique: a shift from a geography of blaming territories – wealthy nationstates – to targeting the transnational geographies of class domination. “It seems as if there aren’t any more rich countries,” she underlined. “Just a whole lot of rich people. People who got rich looting the public wealth and exhausting natural resources around the world. The point is today everyone can see that the system is deeply unjust and careening out of control” (Klein, 2011). Here I want to argue that this shift was also very much a cultural geographic shift too, partly because of how it reframed and communicated concerns about global class domination with local spatial action, but also because of how it simultaneously made clear the world-wide resonance and relays of the activism in articulating new communities of cross-border and cross-cultural solidarity. Critical awareness about the global system careening out of control was thereby spreading from places in the Global South where it had been long obvious to places of former plenty and power. “The world has come to Occupy Wall Street,” noted Andy Kroll, in an article that went on to document the multiple cross-cultural connections articulated by and in the new global-local ties.
From Global Dispossession to Local Repossession: Towards a Worldly Cultural Geography of Occupy Activism, by Matthew Sparke, University of Washington
(uma interessante análise que valerá a pena ler. aqui texto completo)
pensando torcendo Abril 13, 2012
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Queer scholarship, then, in its contemporary form is anti-normative and seeks to subvert, challenge and critique a host of taken for granted ‘stabilities’ in our social lives. ‘Queer’ is, in Law’s (2004) terms, a way of knowing that is a ‘situated inquiry’ that relates to specific ways of knowing in particular locations. Yet queer rarely recognises its own location and how it travels. Much queer theorising originated in the global north with its particular social and historical contexts and its uncritical engagement with gendered and sexual lives in other geographical locations is not necessarily appropriate or helpful (Gorman-Murray et al. 2008, Johnston and Longhurst 2008, Liinason and Kulpa 2008, Waitt and Markwell 2006). Social science and queer intersections need to recognise the location of both of their key defining terms and their various ways of knowing (even where they are widely and diversely used). Yet, queer travels in a variety of ways across disciplines, disciplinary fields or places. This is a significant point because although there has been some investigation of how queer travels throughout the world, there has been little attention paid to the reworking and reconfiguring of queer even within the space of one institution (see for example Baldo 2008, Cruz-Malavé and Manalansan 2002, Mertz 2008, Viteri 2008). As these and other writings highlight, there is a geography to queer thinking, theorising and identification that often leaves unrecognised the situatedness of academics from the global north who become ‘international’, transcendent and adopted, whilst those from ‘elsewhere’ are bound to their location. Acknowledging the geographies of queer thinking can also bring into view the micro-spatialities of an academy that reflect rifts despite the tropes of interdisciplinarity.
“Queer Methods and Methodologies: an introduction”
Kath Browne and Catherine J. Nash
por causa deste “adeus” a luta tem de continuar Abril 2, 2012
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Daniel foi selvagemente espancado, no dia 3 de março, vindo a falecer, após longa agonia de 25 dias, em decorrência de traumatismo craniano. Seus algozes o atacaram em um parque local, no percurso de volta à casa depois de uma festa. Foi torturado durante horas: espancado e apedrejado, teve uma perna quebrada, uma das orelhas arrancada, o corpo queimado por pontas acesas de cigarros e marcado, por meio de cacos de garrafa, com cruzes suásticas.
(também aqui)





